Balanço do 25 de Abril

ao Leme

Passadas as comemorações do FDS prolongado de 25  de Abril, urge fazer um balanço tranquilo dos benefícios que este trouxe à nossa sociedade. Resumidamente só podemos estar gratos pela Democracia. Deu-nos a liberdade para fazer muita merda! Literalmente…

Pessoas com Deficiência

Na Ditadura: os deficientes eram tratados como opositores ao regime e encarcerados em prisões e instituições para não darem má imagem do país.

Hoje: talvez devido a essa convivência no pré-democracia, a maioria dos nossos governos eleitos foram deficitários.

Fome

Na Ditadura: os Portugueses tinham fome e mais nada.

Hoje: os Portugueses têm emprego, casa, carro, smartphones e também fome. Mas muito bem disfarçada. Aliás até se fazem programas de entretenimento a explorar os esfomeados como o Big Brother VIP.

 Emigração

Na Ditadura: entre 1958 e 1974 emigraram 1.5 Milhões de Portugueses. Dá uma média de 93 000 por mês.

Hoje: Em 2011 e 2012 emigraram 100 000 Portugueses…

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A Europa Chipruda

ao Leme

Afinal há dois ralos vazadouros da liquidez monetária de qualquer um. Um, sobejamente conhecido, é o da tributação fiscal com capacidade de mutação capaz de fazer inveja a qualquer H1N1, o outro é um camaleão que sempre se perfilou como uma caixa forte  hermética e que agora se começa a revelar.

Chipre demonstrou que se necessário as poupanças dos cidadãos podem a qualquer momento ser usadas como argamassa para soldo de buracos. Porque é preciso para evitar cenários piores. O plano inicial distribuia o mal pelas aldeias contudo, devido à convulsão social e temores em toda a Europa, acabou por optar-se por uma penalização sobretudo aos grandes depósitos, já tolerável  pela maioria dos europeus. Quem percebe do sistema bancário retirará as suas conclusões  e será forçado a ajustar-se às movimentações que esta solução irá originar. Os depositantes limitam-se a especular qual a quantia máxima que faz…

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A Europa Chipruda

ao Leme

Afinal há dois ralos vazadouros da liquidez monetária de qualquer um. Um, sobejamente conhecido, é o da tributação fiscal com capacidade de mutação capaz de fazer inveja a qualquer H1N1, o outro é um camaleão que sempre se perfilou como uma caixa forte  hermética e que agora se começa a revelar.

Chipre demonstrou que se necessário as poupanças dos cidadãos podem a qualquer momento ser usadas como argamassa para soldo de buracos. Porque é preciso para evitar cenários piores. O plano inicial distribuia o mal pelas aldeias contudo, devido à convulsão social e temores em toda a Europa, acabou por optar-se por uma penalização sobretudo aos grandes depósitos, já tolerável  pela maioria dos europeus. Quem percebe do sistema bancário retirará as suas conclusões  e será forçado a ajustar-se às movimentações que esta solução irá originar. Os depositantes limitam-se a especular qual a quantia máxima que faz…

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Choque, mentiras e o fim do mundo (em cuecas)

Aventar

vavrova_rei nu

Depois de André Macedo, e não só, ter feito as contas:

A decisão do TC limita-se a elevar o défice público para um pouco acima dos 6,3%, mais 0,8 pontos percentuais do que está negociado com a troika para este ano, talvez um pouco mais. Dramático? Nada. O ministro das Finanças está habituado a derrapagens superiores.

Acrescentando a boa nova:

Mais de mil milhões de euros voltam à carteira dos funcionários públicos e dos reformados. É dinheiro, é consumo, é IVA, talvez seja menos recessão

Preparem-se para o anúncio do apocalipse. Esses 0.8% já exigem um novo resgate. Certificados de aforro (o consumo é um exclusivo dos Antónios Mexia deste reino) por subsídio de férias.  Tudo menos o óbvio: a demissão de quem em dois anos aplicou a eutanásia a uma economia moribunda. Ora não tendo nada contra a eutanásia, muito pelo contrário, a economia somos nós. E estamos vivos, chateados mas…

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O Primeiro-ministro fal(t)ou ao país

Aventar

Passos Coelho anunciou que precisa de  ir buscar a outro lado o dinheiro que previa sacar ilegalmente aos portugueses. Sabia à partida que o orçamento não seria constitucional. Disso não há dúvidas, face à anterior decisão do TC.  Mas optando pelo mesmo caminho torna-se óbvio que o chumbo do TC foi um instrumento, jogado em antecipação,  para atingir um objectivo. Ficou com um pretexto para prosseguir a política que tem levado a cabo desde que foi eleito e completamente em oposição ao que prometeu enquanto oposição e em campanha eleitoral. Alega que tem a legitimidade da eleição mas só a teria se estivesse a cumprir o que disse que faria.

O Primeiro-ministro deste país faltou novamente à palavra e anunciou mais cortes na  segurança social, saúde, educação e empresas públicas. Podia ter anunciado que iria fazer um esforço para recuperar o dinheiro do BPN, cortar nas rendas do estado à EDP e…

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