O Primeiro-ministro fal(t)ou ao país

Aventar

Passos Coelho anunciou que precisa de  ir buscar a outro lado o dinheiro que previa sacar ilegalmente aos portugueses. Sabia à partida que o orçamento não seria constitucional. Disso não há dúvidas, face à anterior decisão do TC.  Mas optando pelo mesmo caminho torna-se óbvio que o chumbo do TC foi um instrumento, jogado em antecipação,  para atingir um objectivo. Ficou com um pretexto para prosseguir a política que tem levado a cabo desde que foi eleito e completamente em oposição ao que prometeu enquanto oposição e em campanha eleitoral. Alega que tem a legitimidade da eleição mas só a teria se estivesse a cumprir o que disse que faria.

O Primeiro-ministro deste país faltou novamente à palavra e anunciou mais cortes na  segurança social, saúde, educação e empresas públicas. Podia ter anunciado que iria fazer um esforço para recuperar o dinheiro do BPN, cortar nas rendas do estado à EDP e…

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