Sobre a degradação de um certo tipo de jornalismo

VAI E VEM

CMTV bárbara guimarãesEste tipo de “reportagens” não pode deixar de causar repulsa. Sobretudo, coloca a questão de saber o que é ser jornalista hoje.

Interpelar uma mãe em plena rua, perguntando-lhe se é verdade que o padrasto a tentou violar quando era criança, no momento em que ela acomoda os dois filhos menores na viatura para os levar à escola, não é jornalismo. Mesmo que a repórter em causa empunhe o microfone de um canal de televisão, possua (presume-se) carteira profissional e esteja inserida numa redacção de jornalistas. Mesmo que alguém na redacção lhe tenha encomendado aquela “reportagem” ninguém a podia obrigar a fazer aquela pergunta, em qualquer circunstância, muito menos a uma mãe na presença dos seus filhos menores. Mas se algum chefe a obrigou, ela só tinha de dizer “não”. E se ninguém a obrigou e a iniciativa foi sua, então espera-se que a repórter (será estagiária?) seja urgentemente sujeita a uma acção…

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