Star Wars – Lobot da Costa

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Lobot-da-Costa

Abordo hoje uma das três personagens em ascensão no novo elenco. Tal como qualquer outra personagem da saga Star Wars, por mais breve que seja a sua aparição, está destinada à imortalidade. Pelo menos neste mundo do faz de conta que é a sétima arte. Julgo ser o caso do solícito Fernando Lobot da Costa. Foi até aqui um destacado gestor subalterno na mina de exploração de gás no gigante da flatulência, o planeta Bespin. Será finalmente ministro. Diga-se, já merecia.

Outrora um mero técnico do sangue, alvo de uma bem-sucedida lobotomia, evoluiu até ao grande líder que hoje é. Um condutor de massas, um politico, um estadista. Cresceu. Está desde então apto a reagir ao premir de um simples botão do controlo remoto. Voluntarioso como nenhum outro, Lobot actua de forma breve, mas eficaz.

Foi do alto da Cidade das Nuvens que contemplou os demais e conclui não ter…

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Star Wars – Chewbacca de Sousa

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O Natal aproxima-se e com ele chegará o sétimo filme da saga. Urge portanto regressar à apresentação das personagens, especialmente aos mais novos,  já nascidos neste século.

Cronologicamente, a primeira aparição desta personagem foi numa acção de salvamento, safando o pêlo a Yoda aquando da Vingança dos Sith. Oportunamente regressarei a outros feitos desta personagem, por ora, avante.

Nascido em Kashyyyk, o planeta dos Wookiees, este metalúrgico e exímio piloto chamado Jerónimo Chewbacca de Sousa, há muito que conduz a nave onde os perigosos revolucionários, vindos da orla exterior, rumam à capital do Império para a arrasar. Tenham medo, eles estão a chegar!

Ignóbil, inescrupuloso e confesso opositor dos omnipresentes mercados, provoca sentimentos contraditórios: Ódio e empatia. Até entre opositores desperta simpatia, mas não se deixem enganar pela aparência de peluche, ele é perigosíssimo. Muito embora os seus adversários digam que as suas projecções vocais são incompreensíveis, ele consegue passar…

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Todos os Cenários

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Nunca do jogo desistiu. Interferiu, adiou e serviu. Foi a 5 que ninguém o viu, o dia daquilo a que se diz presidiu. Depois lá se ouviu. Referiu. Garantiu que tudo estudou e previu. Sugeriu que como ele nunca outro existiu. Uma maioria exigiu, mas como ninguém o ouviu, perdeu o pio. Entupiu e fugiu.

Será que já decidiu e o seu pupilo preferiu, ou trairá quem desde jovem o seguiu? Surpreender-nos-á agora que quase saiu?

Como a alternativa, embora pareça, não é de Diu, indeferiu e o grau de primeiro não lhe conferiu. Preteriu. Por certo anteviu, não ingeriu mas a mudança obstruiu. Destruiu. Aferiu e aos seus encobriu.

Dramatiza, mas diferiu. Indigitará aquele que instruiu. Desferiu.

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FIMFA: Infiltração na Governação

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Estava-se mesmo a ver que isto ia acontecer.

Neste momento joga-se o tudo ou nada num legitimidade da indigitação de um governo de continuidade desta coligação vs golpe de secretaria de um homem com ambição desmedida para ser primeiro-ministro.

Por princípio, e por tudo o que representam em termos de passado, não votei em nenhum dos dois partidos mais votados mas não posso ficar indiferente às opções de governação para as quais António Costa parece estar disponível. Esta disponibilidade para um casamento com BE e/ou CDU demonstra que, ao contrário da minha percepção inicial, António Costa pode realmente não ser mais um fantoche do sistema. Um homem do sistema jamais correria o risco de infiltrar a ‘extrema-esquerda’ e os ‘comunas’ no circuito de informações e decisões privilegiadas do estado. Um homem do sistema não cometeria a loucura de colocar em risco o sistema através de uma injecção de…

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Procuro um Álibi

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Procuro_um_AlibiO Revivalismo está na moda. O Kitsch é o novo Clássico e hoje todos clássicos são Pop. São ciclos, ora virtuosos, ora viciosos. Recordo hoje essa grande artista portuguesa, esse vulto da lusitanidade que é Manuela Passos Guedes. Vinda da terra das matrafonas chegou à ribalta como locutora de continuidade na televisão, mas também foi radialista, jornalista, deputada e até comentadora. Multifacetada, cedo revelou talento para cantar. Foi em 1979 que lançou o seu primeiro disco, o single – “Conversa Fiada”. Premonitório, ou não, a sua carreira musical não ficou por aqui. Teve o seu zénite poucos anos mais tarde, em 1982, com o álbum – “Álibi”. Uma obra-prima em doze temas, um LP que fica para a história. Quem poderá esquecer cantigas como “A Hora do Lobo” e “Prova Oral”, ou a mais imortal de todas as odes – “Foram Cardos, Foram Prosas”?

Mas é outra a canção que hoje interpreta…

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Arco dos Clientes Habituais

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A ideia de uma esquerda mais unida anda a pôr em estado de nervos muitos sociais democratas do PS do PSD e do CDS. Os jornalistas trabalham afincadamente em desenhar impossibilidades e fracassos. Até porque quem nos tem governado tem-no feito com sucesso inquestionável… com sucesso para uma classe que se apoderou do sistema político, dominado por interesses contrários ao país. A justificação da ilegitimidade de uma esquerda mais próxima com votos e tal aparecem tanto em políticos como jornalistas. Até porque os sucessivos governos têm tido uma legitimidade da esmagadora maioria dos portugueses, com taxas de abstenção de 40% e 50%. Porque o PCP e o Berloque defendem a saída do euro (mentira!) e da UE (mentira!). Pior ainda, que tanto preocupa o Cavaco, contra a NATO (e agora sim, é verdade!). Um entendimento ilegítimo, diz o PSD e o CDS, este último que com uma representação…

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TTIP – Chega de Notícias!

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Como consumidor televisivo compulsivo que sou, sobretudo durante dias de mau tempo, estou profundamente indignado. Julgo merecer melhor serviço informativo. Pelo menos mais diversificado, menos repetitivo. A guerra pelas audiências provoca muitas vezes a exaustão de temas. Os exemplos dos incêndios no Verão ou mais recentemente das migrações de refugiados, ilustram bem a causa da minha revolta. Digamos que cansa. Deixa de ser notícia para passar a ser castigo. Muitas vezes me questiono qual terá sido a travessura que fizemos para merecer tal punição. Pior é constatar a ineficácia deste tipo de correctivo. No caso dos incêndios florestais parece que merecemos a advertência ano após ano. Reincidimos, parece.

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Não compreendo no entanto, que mal fizemos nós este ultimo fim-de-semana para merecer este massacre a propósito de uma arruada em Berlim: Telejornais, canais informativos, programas de opinião e comentário não falaram de outra coisa! Foi terrível! Sempre, constantemente, segundo a segundo, repetindo que cerca…

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